Recentemente, uma prévia de “The Seagull“, novo filme estrelado por Saoirse Ronan, foi divulgado. A Entertainment Weekly publicou em seu site uma matéria falando sobre este novo trabalho da atriz, bem como a equipe por trás da produção adaptada de uma peça para as telas cinematográficas.

A estrela de 23 anos é o oposto de Annette Bening – que já obteve quatro indicações ao Oscar – na prévia exclusiva da Entertainment Weekly do novo  drama de fantasia “The Seagull“, adaptado da famosa peça de 1986, de Anton Tchekhov, que leva o mesmo nome.

O novo trailer provoca uma expressão peculiar sobre o material clássico, que segue uma atriz envelhecida chamada Irina Arkadina (Bening), que visita seu irmão, Pjotr, e filho, Konstantin (Billy Howle) em uma propriedade rural isolada. À medida que as temperaturas se elevam no auge do verão, Irina interrompe a cena social plácida ao apresentar um romancista bem sucedido, Boris (Corey Stoll), a Nina (Ronan), uma jovem moradora da propriedade vizinha. Nina finalmente se apaixona por Boris, o que provoca uma agitação entre os seus pares – o filho de Irina, cujas afeições para com Nina vêm à tona enquanto Boris mastiga e cospe seu coração.

Filmado em 21 dias, “The Seagull” foi criada com a participação de vários colaboradores de prestígio, incluindo as atrizes Elisabeth MossMare Winningham, além da figurinista vencedora de um OscarAnn Roth (The English Patient).

O diretor Michael Mayer também trabalhou com o dramaturgo americano Stephen Karam – a mente por trás do finalista do Pulitzer, Sons of the Prophet, e o drama vencedor do prêmio Tony The Humans – para a criação do roteiro. A estética histórica do filme foi feita pela designer de produção Jane Musky  (When Harry Met Sally) e o diretor de fotografia Matthew J. Lloyd (Fargo), nomeado pelo Emmy.

A peça estava tentando fazer algo novo e surpreendente: mostrar as pessoas se comportando de maneiras naturalistas, para evitar muito drama e emoções telegráficas por algo mais matizado“, diz a declaração do diretor de Mayer. “[Permitiu] que ps atores realmente vivessem dentro dos personagens que estavam interpretando e apresentando o conceito de subtexto ao drama mundial.

Um crítico importante no momento de estreia da peça, Anatoly Koni, escreveu a Tchekhov dizendo: ‘É a própria vida no palco, com todas as suas trágicas alianças, falta de opinião eloquente e sofrimentos silenciosos’“, continua Mayer. “Tchekhov não viveu para ver o cinema emergir como uma importante forma de arte global. Ele nunca saberia o quão importante seria sua contribuição para a escrita e atuação. Gostaria de pensar que ele apreciaria a intenção do nosso filme de capturar para sempre, nas palavras de Koni, ‘O tipo de vida cotidiana acessível a todos e entendido em sua cruel ironia interna por quase ninguém.’

FonteTradução e Adaptação – Equipe Saoirse Ronan Brasil

Saoirse Ronan está concorrendo ao Oscar de Melhor Atriz por seu papel em Lady Bird. A cerimônia acontecerá na noite deste domingo (04), e muitos querem saber: qual será o look de Saoirse? Até o momento em que a atriz pisar no red carpet, não saberemos. No entanto, Elizabeth Saltzman, sua estilista, revelou alguns detalhes.

De acordo com Elizabeth Saltzman, o vestido que Saoirse Ronan usará na próxima cerimônia do Oscar (domingo, 04/02) foi inspirado pelo “céu” e pela era dos anos 1980 de Debbie Harry. A famosa estilista, que possui em seu portfólio nomes como Gwyneth Paltrow Uma Thurman, tem trabalhado com Saoirse por muitos anos.

Questionada sobre sua inspiração para a noite de domingo, Saltzman disse que Ronan e ela “conversaram sobre o céu.” “Ainda estamos cheias de tecido e esboços, então ainda não está decidido“, contou à renomada bíblia fashion W Magazine. “Acabou sendo reduzido. O que eu posso te dizer é que uma grande parte da referência é o céu.” Obviamente isso não torna as coisas mais claras para os fãs do estilo de Ronan;  é um vestido de veludo preto coberto de estrelas iridescentes ou pó azul?

A estilista disse que o look de Ronan para a cerimônia foi inspirado por Debbie Harry na época dos anos 70 e 80.

Vestir Ronan para o red carpet nem sempre ocorreu sem falhas – no SAG AwardsSaltzman contou que a roupa original que Saoirse vestiria não deu certo, então ela optou por um vestido pink do Louis Vuitton. “Eu tinha planejado um vestido diferente que fizemos, mas não funcionou. Eu voei de Londres para Los Angeles por um pouco menos que seis horas para fazer a ligação e não deu certo. Se eu não confio nisso 100%, então não é certo, eu não deixaria Saoirse vestir algo que eu não acredito totalmente a não ser que ela ficasse encantada e se sentisse maravilhosa. No fim do dia, isso é tudo que importa.

A estilista também falou sobre sua relação próxima com a estrela de Lady Bird. “Ela possui a alma mais antiga e maravilhosa que eu tive o prazer de conhecer. Eu a conheci aos 21 anos e ela era mais madura do que eu aos 50, também era mais sábia, inteligente e legal.” Nos últimos anos, Ronan cresceu em seu estilo e se tornou mais aventureira. “Agora, aos 23, ela tem confiança para experimentar as coisas. Seu corpo e atitude mudaram. Ela toda cresceu.

Perguntada sobre o que espera das tendências para o Oscar deste ano, ela contou à W Magazine: “franjas, tule, beadwork, pink e preto e branco.

Fonte Tradução e Adaptação – Saoirse Ronan Brasil

 

Saoirse Ronan estampa a capa da The Wrap, a qual contém um ensaio fotográfico exclusivo para a edição especial da revista. Na entrevista concedida por Ronan, a atriz comenta sobre sua ausência das redes sociais, seu trabalho, mulheres em cargos importantes nos sets de filmagens e mais. Leia a seguir:

Esta história sobre Saoirse Ronan apareceu pela primeira vez na edição Down to the Wire da revista The Wrap Oscar.

Saoirse Ronan estava falando sobre a vida que leva atualmente entre a IrlandaLondres quando parou e balançou a cabeça. “Eu continuo me esquecendo“, ela diz com um sorriso, “Mas eu tenho apenas 23 anos, sabe?

Sim, nós sabemos, pois acompanhamos pela tela boa parte desses 23 anos. A irlandesa tornou-se a sétima atriz mais jovem ao ser indicada na categoria “Melhor Atriz Coadjuvante” por “Atonement” aos 13, e então a oitava atriz mais jovem ao ser indicada à “Melhor Atriz” por “Brooklyn” aos 21.

E agora ela possui sua terceira nomeação, a qual veio pelo seu papel em “Lady Bird“, uma história jovem-adulto escrita por Greta Gerwig, que apresenta o retrato de uma estudante de Sacramento desesperada para deixar sua cidade e viver em um lugar com mais cultura e agito.

Isso encerra a rotina inebriante e ocupada de Ronan, que foi de “Brooklyn” e sua indicação ao Oscar para atuar na Broadway em “The Crucible” e então de “Lady Bird” para seu próximo filme “On Chesil Beach“. A forma mais fácil de entender seu nome é que Saoirse pode rimar com inércia, mas é uma comparação que funciona apenas foneticamente.

Em um ano onde o foco tem se voltado para mulheres no cinema, Ronan é uma nova competidora no que pode ser o ano da campanha mais competitiva do Oscar, Melhor Atriz, onde ela sentará perto de Frances McDormand (“Three Billboards Outside Ebbing, Missouri“), Sally Hawkins (“The Shape of Water“), Margot Robbie (“I, Tonya“) e Meryl Streep (“The Post“).

Quando você fez “Brooklyn“, um filme sobre uma jovem mulher que estava dando seus primeiros passos rumo à independência, você tinha se mudado recentemente da casa de sua família na Irlanda para morar sozinha pela primeira vez.

SR: Sim.

Mas agora você trabalhou em “Lady Bird“, o que significa que você voltou no tempo e interpretou uma adolescente que ainda não tinha dado esses passos. É estranho voltar alguns anos antes no cinema? 

SR: Você pensa que vai ser estranho antes de fazer isso. “Lady Bird” foi a primeira personagem mais nova que eu, e eu pensei “Eu interpretei uma adulta há pouco, não posso dar um passo para trás com algo assim.” Porque existem tantos atores jovens, especialmente que acham difícil fazer este tipo de transição e eu não queria arruinar nenhum progresso que fiz. Mas, na verdade, você não arruina nada, significa apenas que você é capaz de saltar de um lado para o outro entre os dois. Quando eu estava fazendo “Lady Bird“, pensei em como eu já interpretei a personagem no futuro. Indiretamente, eu interpretei o que poderia acontecer com ela, e uma das maiores coisas sobre isso é que você tem um melhor entendimento do que você está passando. É interessante como você não percebe isso, mas as escolhas profissionais que você faz refletem algo que está acontecendo na sua própria vida. Naquela época, a ideia de viver e crescer era muito importante para mim – era uma coisa que estava me conduzindo e me definindo, essas coisas. E faz sentido que, durante dois anos, aquilo era no que eu estava interessada no trabalho e que eu também estava fazendo.

Você sente como se tivesse passado por essa fase agora?

SR: Sim, um pouco. Eu sinto como se estivesse saindo do outro lado agora. Eu fui a Nova York recentemente., e lembro como eu costumava ficar ansiosa quando eu saí de casa pela primeira vez e fiz coisas de adulto. Eu realmente nunca tinha feito nada sozinha antes, mesmo ir ao supermercado. Mas eu fui à Nova York e saí para tirar dinheiro do caixa eletrônico ou algo assim, e não teve nada que me preocupasse. Fiquei relaxada, e não perturbada em uma cidade grande. Eu não sei, são pequenas coisinhas que vão se tornando habituais, mas elas fazem toda a diferença. Eu definitivamente me acostumei a morar longe de casa, sabendo que esta é minha vida agora: não estar tanto na Irlanda.

Houve alguma mudança no que você queria do seu trabalho com o passar dos anos?

SR: Sim, eu acho que está sempre mudando. Como eu estava dizendo sobre como meu lar era um fascínio para mim e me influenciou no que eu queria trabalhar. Acho que isso está mudando novamente. Quanto mais velha eu ficar e mais experiências em sets de filmagens eu tiver, mais eu irei querer estar envolvida no lado criativo. Eu penso que o que preciso de um filme está mudando com base no que eu preciso dentro de mim.

Trabalhar com Greta Gerwig, uma diretora que começou atuando, mudou seu pensamento sobre dirigir algo?

SR: Sim. Tipo, eu sempre quis dirigir. Eu acho que era algo que eu sempre me precipitava antes de agir, então a atuação assumiu. Mas quando eu era criança, eu amava ir no palco das peças da escola e essas coisas, mas eu realmente, realmente amava escrever roteiros, manusear a câmera e convencer meus amigos a filmarem comigo. Eu dirigia mas não aparecia. Porém eu me dei conta disso recentemente por causa da Greta e por todo esse debate que vem surgindo sobre a mulher na indústria – Eu acho que muitas garotas provavelmente diriam isso, eu não acho que alguma vez eu tenha tido a crença real de que poderia ser uma diretora. Sempre tive isso na minha cabeça, que eu poderia, tipo, tentar dirigir, você entende o que eu quero dizer? Mas ver Greta ser uma grande produtora e uma grande líder que sabe comandar muito bem – você sabe, é o clássico “Ela conseguiu, talvez isso signifique que eu possa conseguir também.

Quando você estava crescendo na carreira, você sempre esteve em situações onde homens tinha a posição de poder?

SR: É, não. Eu trabalhei com mulheres diretoras quase no mesmo número que diretores homens. O primeiro filme que fiz foi dirigido por Amy Heckerling, e eu trabalhei com Gillian Armstrong, Nicole Beckwith e muitas outras. Digo, eu trabalhei com mais diretores homens, mas nunca diferenciei os dois. No entanto, a proporção feminina para masculina é muito balanceada no set. Existem dez homens para uma mulher nos bastidores, e isso é louco, é triste. No último ano, eu lembro que estava fazendo uma cena onde haviam dez homens no set e apenas duas mulheres, e o filme era sobre uma mulher. Eu reparo nisso, com certeza. Porém acredito que nos próximo anos nós veremos uma diferença. É muito importante ter roteiristas, diretoras e produtoras, mas também, é muito legal ver mulheres assistentes de som ou diretoras cinematográficas. Saber que “Mudbound” (Lágrimas sobre o Mississipi) teve uma mulher como diretora cinematográfica foi muito bom.

Sua personagem em “Lady Bird” sabia que ela realmente precisava ir a algum lugar, mas não tem certeza de como chegar lá ou até onde quer ir, exceto para fora da cidade. Como alguém que esteve em um caminho de carreira sendo muito mais jovem, você pode se relacionar com a luta que ela está atravessando? 

SR: Felizmente, eu nunca tive que me sentar e pensar: “Certo, o que é que eu vou fazer da minha vida?” Eu me sinto muito sortuda por saber o que eu quero desde muito jovem, trabalhar com isso e estar envolvida em grandes projetos. Mas também, depois de fazer a mesma coisa durante tanto tempo, chega uma hora que você pensa: “Este é o meu único ponto forte? Eu tenho outra coisa para oferecer?” Quando tudo se torna sobre isso, por você estar fazendo muito bem ou por você estar ocupado, enfim, isso ofusca todo o resto. Então em um certo momento eu tive consciência de que eu precisava dar um tempo da minha vida no set, porque isso pode se tornar uma atividade nada saudável, o que não te ajuda no trabalho. Eu ainda estou tendo que ser consciente a respeito de dedicar meu tempo a outras coisas, investir meu tempo nos meus relacionamentos, na minha família, meus amigos e pessoas da minha vida.

Acho que a primeira vez que nos vimos foi em 2009, depois de “The Lovely Bones” (Um olhar do paraíso). Você estava animada porque tinha criado uma conta no Twitter.

SR: Meu Deus! Eu apenas criei uma conta por causa do Stephen Fry. Ele estava tipo: “Oh, o Twitter é fantástico, é uma coisinha muito rápida!” E por ele estar usando, eu fui usar também.

Mas, atualmente, você não parece muito preocupada em ter redes sociais.

SR: Ah, não. É muito trabalhoso e estressante para mim. Eu meio que desenvolvi uma relação distante com meu celular e tecnologia nos últimos anos. Eu entendo porquê os músicos, jornalistas ou pessoas públicas fazem isso. Mas atuar é uma coisa diferente, você não está sendo você esmo enquanto trabalha. Eu não sou eu mesma em nada que as pessoas me veem fazendo, então, para mim, ter um Twitter e dizer “Oh, eu tive um dia terrível” ou “Nossa, eu estava com dor de cabeça“, eu não acho que as pessoas precisem ver isso, e se auto promover é algo desconfortável para mim. Tipo agora, meu cabelo está no meio de uma transição, nós estamos mudando-o, colorindo-o, e pensar que isso está recebendo bastante atenção me faz ficar tipo “Tem muita atenção em cima do meu cabelo! Nos temos que parar de falar a respeito dele!

Ao atuar, você ainda possui as mesmas manias de quando você começou a carreira?

SR: Eu apenas aproveito. Eu realmente aproveito o processo de tudo, de encontrar algo que trabalhe com a cena. Eu gosto de disciplina, do senso de comunidade no set, da relação que você cria com o pessoal da equipe, e isso eu sempre farei. Esta é minha casa. Os bastidores são para mim o que a escola é para as crianças. Para algumas, é um lugar seguro, faz parte da rotina; é isso que um filme me dá. Eu me sinto muito, muito calma e serena quando eu estou num set de filmagem. As luzes podem estar caindo à minha volta, as pessoas correndo e gritando enquanto nós estamos tentando salvar o dia, e eu me sinto totalmente em paz com esse caos. Acho que é porque eu estou habituada.

Sets de filmagem podem ter sido sua escola, mas isso significa que quando você interpreta parte de uma estudante em “Lady Bird“, você tem que cnvencer que passou por tudo aquilo quando na verdade não passou. 

SR: Sim. É surpreendente fácil fazer isso quando se é uma criança. Eu não sei por que, mas crianças são desinibidas na interpretação – elas acreditam totalmente que são fadas, princesas, astronautas, uma árvore ou qualquer outra coisa. Elas podem ser tudo. Crianças possuem uma fé blindada em acreditar e fazer, e acho que nós temos a habilidade de ter acesso a isso, e no nosso núcleo, todo mundo é muito similar, eu acho, então nós percebemos. Um personagem pode ter crescido numa circunstância diferente de você, ou ser de uma outra cultura ou situação social – mas em seu núcleo, o que eles querem? Querem ser amados, ou estão com medo. Normalmente são essas duas coisas, eu acho. Em seu núcleo, um ser humano é um ser humano, sabe?

Fonte Tradução e Adaptação – Saoirse Ronan Brasil

 

Na última sexta-feira, 23, Saoirse Ronan sentou-se com Jimmy Kimmel para contar sobre seus trabalhos, sonhos e experiências, as quais, uma em especial, marcou sua primeira cerimônia do OscarSaoirse compartilhou um momento hilário que ocorreu durante uma entrevista que concedia durante sua passagem pelo red carpet, leia:

Mulher do momento e estrela de “Lady Bird“, Saoirse Ronan compareceu ao Jimmy Kimmel Live para falar sobre sua recente indicação ao Oscar.

Ronan, que já obteve três nomeações, relatou algumas anedotas das premiações anteriores do Oscar que ela compareceu, em particular, um acidente hilário que acontecera entre sua mãe e George Clooney. A situação aconteceu em sua primeira cerimônia do Oscar, aos 13 anos, pelo filme “Atonement“.

Ronan disse a Kimmel: “De toda a experiência, tudo que me lembro daquela noite, é que eu estava dando uma entrevista e estava no primeiro plano da filmagem.” Ela continuou: “Minha mãe estava no fundo, seu vestido tinha uma cauda longa e George Clooney pisou em cima, sem perceber.

A atriz explicou que sua mãe não teve escrúpulos ao pedir para um dos melhores atores do mundo tirar o pé: “Minha mãe nunca havia estado em um tapete vermelho antes, ela estava lá no fundo, tipo ‘Licença, George, licença!’ E continuou dando tapinhas nos ombros dele, porém ele não virava.” Disse. “Ela ficava cada vez mais agressiva e ele não percebia. George saiu andando e depois minha mãe veio para mim: ‘Você não vai acreditar no que acaba de acontecer comigo. Você não vai acreditar no que George Clooney fez para mim.

A entrevista completa pode ser assistida em nosso site, através do link: Saoirse Ronan participa do programa Jimmy Kimmel Live

Fonte Tradução e Adaptação Saoirse Ronan Brasil